Imagem dos integrantes do Maya Experience.

The Maya Experience entrega muito peso no álbum de estreia “Are You Influenced”

Com riffs secos e uma sonoridade crua e direta, o disco de estreia do Maya Experience é o rock n' roll em sua essência

Atualizado em: abril 14, 2025 às 2:33 pm

Por Guilherme Costa

Eu conheci a cantora Maya Marie num especial do KEXP, com o seu vozeirão na música “Our Time”. Essa faixa faz parte do disco autointitulado lançado em 2020 e num EP, também autointitulado, lançado em 2021; todos disponíveis para a compra no Bandcamp.

Foi apenas em setembro do ano passado que eu voltei a ter notícias de um material inéditas, quando a cantora natural de Seattle liberou o single “My House”. Sob o nome de The Maya Experience e ao lado de David Cubine (bateria) e Cullen Cochran (baixo), Maya Marrie honrou as raízes grunge e rock and roll (Jimi Hendrix também nasceu em Seattle) da sua cidade natal no disco de estreia “Are You Influenced”, lançado no último dia 4, via Youth Riot.

Com riffs secos e um som direto, “My House”, “Roach” e “Cloned” são as amostras mais cruas que se aproximam do Punk Rock, enquanto “Stolen Bloom” é Punk em sua essência. Já “Hot”, “Perfect” e “When It’s Over” contam com um belo groove e entregam uma boa dinâmica no decorrer do álbum, sem deixar o peso do rock and roll cair. “Joke” é a faixa que tem o riff mais legal, com a sua pegada meio Wolfmother e Living Things. Pena que ela termina do nada, num fade out…

Para quem conhecia o trabalho de Maya Marie, o vozeirão não era nenhuma novidade. Para quem não a conhecia, a sua potente voz é um dos destaques do álbum, não apenas pela sua força mas por sua segurança (como na meio Alice in Chains, “Mothers Child”). Cubine e Cochran seguem a sua liderança, entregando peso e groove na mesma intensidade.

 

Picture of Guilherme
Guilherme
A ideia do Um Outro Lado da Música surgiu após a minha conclusão dos cursos de locução e sonoplastia no Senac. A primeira etapa foi o podcast, disponível no Soundcloud, sendo seguido pela página no Instagram. O site era um movimento natural e, cá estou, escrevendo sobre artistas novos, antigos, pops, undergrounds!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *