Atualizado em: junho 12, 2026 às 11:04 pm
É semana de Copa do Mundo! É semana de férias da faculdade (ao menos pra gente do site)! E ainda mais importante: semana com novos lançamentos no mundo da música. Confira a seguir cinco de nossas seleções do que saiu de mais diferente na semana.
Malvada antecipa o dia dos namorados com single romântico
Em novo som lançado na última terça-feira (9) a banda paulista mostrou mais uma vez que sabe muito bem como sair de sua zona de conforto. Longe do habitual Hard Rock, a nova faixa do Nervosa surge como uma poderosa balada.
Na pegada do romance, “Aventura Favorita” é construída com versos fortes e mensagens direcionadas aos pares amorosos. A canção credita a baixista Bruna Tsuruda como autora principal ao lado de Giuliano Daga, produtor.
Além disso, a faixa saiu com apoio da gravadora italiana Frontiers Records, que se especializa em bandas de Hard Rock e que também teve envolvimento com o lançamento de “RNR GRL” – outra faixa lançada pelo quarteto feminino neste ano.
“Fecha, Abre, Refletir” e o metal estranho do ballburya
Também de São Paulo, na quarta-feira do dia seguinte, foi a vez da ballburya apresentar “Fecha, Abre, Refletir” como segundo lançamento do ano. O trabalho independente é mais um marco do som diferente, pesado e divertido desenvolvido pelo quinteto.
Com letras poéticas e momentos em que riffs pesados atravessam composições arriscadas, o single fica marcado por uma mistura única entre Metal Alternativo e ritmos brasileiros – algo que, definitivamente, não se ouve todo dia.
No Instagram, a banda compartilhou uma mensagem sobre o novo single, que já era conhecido de alguns mesmo antes de ser lançado:
“Fecha, Abre, Refletir Ja conhecida por muitos que frequentaram nossos shows no ano passado, foi uma das primeiras faixas a serem compostas pra esse disco. E agora esta disponível pra vc ouvir na sua plataforma preferida. Esperamos que gostem, que agora é só ladeira a baixo”
“Robert Flag” canaliza a porrada punk do Water Rats
Abrindo a sexta de romance e futebol, continuamos na música pesada, porque o Water Rats apresentou um novo som depois de quase quatro anos sem inéditas. “Robert Flag“, que saiu via Forever Vacation Records, foi quem acabou com essa espera.
Com apenas um 1 minuto e 55 segundos de duração, a faixa retrata as raízes punk e independente do grupo com um som rápido, empolgante e com melodias que te convidam a cantar junto ao mesmo tempo em que balança a cabeça com as guitarras.
A nova canção também abre espaço para uma nova fase do Water Rats, pois encabeça o lançamento do futuro álbum “Macradose“, que já tem tour de divulgação confirmada com as bandas Catica e Muñoz Duo pelo Sul e Sudeste.
(Sub)gênero em foco ataca de surpresa!
Finalizando os destaques desta semana, temos duas coincidências que dialogam diretamente com outro quadro aqui do site. Se ainda não ficou sabendo, agora em junho estamos fazendo o Subgênero em Foco especial sobre Post-Metal e, logo nesta semana, tivemos dois lançamentos inéditos de duas bandas que foram citadas durante o material que produzimos.
O primeiro deles é o novo single do Cult of Luna – uma das melhores e mais conhecidas bandas de Post-Metal. “In the Shadow of Your Shadow” é o destaque mais recente deles, sendo o primeiro de 2026.
Seguindo a tradição de músicas longas, o trabalho chega com sete minutos e meio de duração que mostram a metamorfose do quinteto sueco entre estilos de Metal Alternativo que combinam a brutalidade com passagens delicadas no instrumental – marca registrada de uma banda que faz disso uma marca registrada que soa muito bem.
O outro lançamento que falamos é um álbum. Mais especificamente…“Nuke the Moon!“, que saiu com as assinaturas de Andrew Zache e Alexander Bakarozos. O compilado é o primeiro do quinteto em mais de cinco anos.
E podemos dizer que o tempo trouxe grandes mudanças para essa banda, que se distancia cada vez mais da música pesada e, consequentemente do Post-Metal de seus primeiros álbuns, e encontra um lugar inusitado no rock alternativo de alma indie e folk.
Mais melódico e menos atmosférico, dá pra dizer que o Rosetta encontrou novos rumos em um som que é bem diferente, mas que não deixa de continuar soando de forma autêntica.





